sexta-feira, 16 de junho de 2017

"Causos" de Raposos - 2014

Mais uma excelente produção assinada pelo professor Gustavo Quintiliano Gurgel​ e seus alunos de 9° ano de 2014 da Escola Estadual Doutor Cícero Corrêa​ de Araújo.

O vídeo conta a história de quatro "causos" famosos da cidade narrados e encenados pelos estudantes embasados em relatos de moradores antigos de Raposos. 

Os "causos" são os seguintes:

1 - A LUZ DO MORRO: conta a história de uma misteriosa luz no alto do morro que intrigava todos os moradores.

2 - LINDOURO: O CARRO E O VENTRÍLOQUO: narra a história do Sr. Lindouro, o 1° prefeito de Raposos, que "motivado" por uma voz do além adquiriu o primeiro automóvel da cidade.

3 - A PROCISSÃO DAS ALMAS: a terceira história narra "causos" assustadores sobre a famosa Procissão das Almas realizada na Quaresma.

4 - FOGÃO QUENTE: O HOMEM QUE "DISMORREU": por último o hilário caso do Sr. Fogão Quente, o homem que morreu e voltou a viver. Verdade ou mentira?

A reprodução do vídeo e de tais histórias é de suma importância para manter viva a memória de nossa cidade e propagar "causos" que permeiam o imaginário do povo raposense.


terça-feira, 13 de junho de 2017

Raposos, meu belo doce lar - 2009

Uma gostosa e lúdica viagem no tempo pela história de Raposos. Vídeo produzido pelo professor Gustavo Quintiliano Gurgel​ que conta de forma fácil um pouco da origem da cidade.

Tendo como cenário de fundo um aluno da Escola Estadual Dr. Cícero Corrêa​ de Araújo, a narrativa gira em torno do garoto que entrou dentro do livro e assim a história vai sendo contada. Entre neste livro... ops vídeo, você também e aprenda mais sobre Raposos.



domingo, 11 de junho de 2017

Um passeio de moto por Raposos

Interessante vídeo para quem está fora da cidade matar a saudade e para os que aqui estão apreciar alguns de nossos cantinhos de uma forma diferente: na garupa de uma moto.

Apesar do criador do vídeo não saber informações básicas como o nome do rio que corta a cidade e chamar a primeira Matriz de Minas de igrejinha, não deixa de ser uma boa oportunidade de passear por algumas ruas de Raposos.

Este material foi produzido no ano de 2013.


terça-feira, 30 de maio de 2017

Raposenses se mobilizam em redes sociais em prol da pequena Duda

Circula pelo facebook e whatsapp uma campanha de arrecadação criada para obter fundos para Eduarda Vitória, moradora do bairro Vila Bela em Raposos, aluna da Escola Municipal Francisco Diogo Félix. A criança é portadora de paralisia cerebral espástica e necessita de pelo menos 10 mil reais para realização de uma cirurgia, inclusos neste valor exames e consultas.

Na criança espástica existe um comprometimento do sistema Piramidal com a Hipertonia dos músculos. É caracterizado pela lesão do motoneurônio superior no córtex ou nas vias que terminam na medula espinhal. Ocorre um aumento de resistência ao estiramento que pode diminuir abruptamente. A espasticidade aumenta com a tentativa da criança em executar movimentos, o que faz com que estes sejam bruscos, lentos e anárquicos. Os movimentos são excessivos devido ao reflexo de estiramento estar exagerado. Os músculos espásticos estão em contração contínua, causando aparente fraqueza do seu condutor antagonista às posições anormais das articulações sobre as quais atuam. As deformidades articulares se desenvolvem e podem com o tempo, tornar-se com contraturas fixas. O reflexo tônico cervical pode persistir além de tempo normal, porém os demais reflexos neonatais geralmente desaparecem durante o repouso determinando geralmente posições viciosas ou contraturas em padrão flexor.



Relatórios médicos da Princesa Duda

Foi criada uma fanpage no facebook para divulgação da campanha e demais informações sobre a criança. Acompanhe o relato que divulga o número da conta para que deseja ajudar: 

Eu me chamo Eduarda Vitoria e venho aqui pedi a cada um, uma pequena colaboração para minha cirurgia, meu médico avaliou a cirurgia em 10 mil reais, incluindo exames , cirurgia e consultas. Mas infelizmente minha família não tem esse dinheiro, gostaria de pedir a vocês uma ajuda de qualquer valor para me ajudar na realização da cirurgia, a seguir vou passar o número da conta para o deposito:

AG: 0134
OP: 013
CONTA: 80522-0
BANCO: CAIXA
NOME DO TITULAR: BIANCA

Obrigada e Jesus abençoa a todos!

Em outra parte da página é apresentado o modelo de uma cadeira que a criança necessita para tomar banho e ainda um pedido de fraldas a quem puder contribuir:

Pessoal eu ia me esquecendo, eu estou precisando dessa cadeira, pois para eu tomar meu banho minha mamãe e vovó tem que me colocar no colo para dar banho.
Tenho a esperança de conseguir a cadeira adaptada para mim.
E quem puder fazer doação de fraldas para mim eu irei agradecer imensamente!
O tamanho da fralda que eu uso é XG.

Obrigada a todos!
Cadeira que a Princesa Duda necessita

Ajude a pequena Eduarda Vitória da forma que puder. Se não de forma financeira, contribua para que esta mensagem chegue ao máximo de pessoas possíveis.


Fonte de pesquisa para Paralisia Cerebral Espástica: http://paralisiacerebral.webnode.com.br/classifica%C3%A7%C3%A3o%20da%20p-c/espastica/

quinta-feira, 25 de maio de 2017

A história da fábrica de fósforos

Fachada da antiga fábrica de fósforos - Foto: João Oliveira Gomes

A Escola Estadual "Dom Cirilo de Paula Freitas" é uma das mais respeitadas instituições de ensino de Raposos e de nossa região. Lá os alunos estudam na modalidade de Ensino Médio e dali partem para alçar grandes voos e realizações em suas vidas profissionais.


A antiga caldeira da fábrica hoje na E. E. "Dom Cirilo de Paula Freitas" - Fotos: Jéssica Ribeiro

Só que neste mesmo local onde funciona a escola, anteriormente abrigava uma indústria. Uma fábrica de fósforos. A velha caldeira ainda permanece presente no pátio da escola, onde até hoje é motivo de orgulho para todos os raposenses. É como se a história estivesse viva e presente aos olhos de todos.

Funcionários da fábrica de fósforos. Muitas mulheres e crianças faziam parte da equipe - Foto: João Oliveira Gomes

Embora as atividades tenham sido temporários, a fábrica de fósforos chegou de certo modo a influenciar na situação econômica municipal da época. Nem só de mineração vivia nossa cidade no início do século passado. A fábrica foi instalada em Raposos, em 1907, pelo Sr. Germano da Silva Gomes, de sociedade com um alemão, Sr. Juvêncio. 

Caldeira sendo puxada por carros de boi atravessando o Rio das Velhas 

A fábrica, com o nome inicial de ”Luz Mineira”, passou depois para “Fósforo Farol”, com muita aceitação chegando a fazer concorrência às grandes fábricas de outras praças do país. Essa fábrica teve encerradas suas atividades na comuna entre 1925 e 1928, sendo comprada por uma congênere do Rio de Janeiro que a fechou, levando, posteriormente, toda sua maquinaria para aquele Estado.

Funcionárias da fábrica durante a labuta

Hoje em dia, as boas lembranças da fábrica restaram somente em poucos registros fotográficos e na memória de alguns privilegiados que viveram nestes áureos tempos de Raposos.

Fonte:

- Site da internet - http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/raposos.pdf- acessado em 25 de maio de 2017.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A história da Estrada de Ferro Morro Velho

O bonde de Morro Velho, puxado por locomotiva elétrica, anos 1960 (Foto Leonardo Bloomfield, anos 1960).

A rica jazida de ouro que daria origem à Mina de Morro Velho, localizada em Nova Lima (MG), foi descoberta em 1814. Em 1830 ela foi adquirida pela empresa inglesa St. John d'El Rei Mining Company Ltd., que inaugurou a mina em 1834. Logo ela se revelou um empreendimento muito lucrativo, como se pode deduzir a partir das dimensões que assumiu ao longo do tempo: ela se tornou a mina mais profunda do mundo, com 2.500 metros de profundidade e 4.000 metros de extensão, o que a tornou mundialmente famosa já no início do século XX.

, Outros bondes na espera (Foto Leonardo Bloomfield, anos 1960).

Nova Lima fica a aproximadamente dez quilômetros do centro de Belo Horizonte em linha reta. Contudo, no início do século XX, o acesso entre a capital mineira e essa localidade era feito de trem até a estação de Raposos, via General Carneiro e Sabará. Só esse trajeto apresentava 34 quilômetros de extensão, já que as linhas de bitola métrica da E.F. Central do Brasil contornavam o difícil relevo da região e eram muito limitadas do ponto de vista técnico. De Raposos até Nova Lima eram mais oito quilômetros, totalizando portanto 42 quilômetros a partir de Belo Horizonte.

Carro de passageiros fechado (Fotos Leonardo Bloomfield, anos 1960)

A estação de Raposos foi inaugurada em 1891 na linha do Centro da E. F. Central do Brasil. Desta estação saía uma linha de bondes elétricos da St. John Del Rey Mining Co., que administrava a Mina de Ouro Morro Velho, com um percurso de 9,5 km que partia da plataforma da estação e a ligava à cidade de Nova Lima. A mina existia desde 1830.

O bonde em 1957 (Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, IBGE, 1958. Cessão: Jorge A. Ferreira).

Antonio Gorni escreve que '"a idéia de se construir uma linha férrea entre a estação ferroviária de Raposos e Nova Lima surgiu da necessidade de facilitar o acesso de máquinas, equipamentos e insumos à mina, cuja expansão era cada vez maior. Além disso, o crescimento da mina havia resultado num grande aumento do número dos operários que nela trabalhavam, criando problemas habitacionais na região. A administração da Mina de Morro Velho constituiu a The Morro Velho Railway Co. no final da primeira década do século XX com o objetivo de se concretizar essa ligação, que recebeu o privilégio de explorar essa concessão por cinqüenta anos. Suas obras se iniciaram a 30 de Março de 1911. Não há certeza quanto à data da inauguração dessa ferrovia: Waldemar Stiel e Allen Morrison citam 25 de março de 1913, enquanto que Demerval Pimenta informa 3 de Abril de 1914.
 
Transporte de caixão funerário (Revista o Cruzeiro, 11/10/1958, acervo Manoel Monachesi , cortesia Jorge A. Ferreira).

Como era comum na época, as condições técnicas da linha não eram das melhores: bitola de 0,66 m e curvas de até 47 m de raio. Contudo, apresentava uma grande inovação para as ferrovias brasileiras: ela já iniciou sua operação totalmente eletrificada, fato raríssimo no país. Ela também foi a segunda ferrovia a usar tração elétrica no Brasil, sendo precedida somente pela E.F. Corcovado. 

Transporte de caixas com barras de ouro (Revista o Cruzeiro, 11/10/1958, acervo Manoel Monachesi , cortesia Jorge A. Ferreira).

Certamente a eletrificação da E.F. Morro Velho decorreu da abundância de energia elétrica na região, uma vez que a mina dispunha de uma usina hidrelétrica própria. Esses recursos permitima dispensar o uso da lenha na ferrovia, que vinha se tornando cada vez mais cara e escassa a partir do início do século XX, e do carvão importado, de custo proibitivo. O material rodante foi fornecido pela General Electric, que estava se revelando uma potência dominante na área da tração elétrica e que teria um brilhante desempenho nas ferrovias brasileiras. A E.F. Morro Velho adquiriu sete locomotivas, sendo quatro de 4 t e três de 3,75, seis carros-reboque abertos e quatorze vagões. 

Casal no interior do trem (Revista o Cruzeiro, 11/10/1958, acervo Manoel Monachesi , cortesia Jorge A. Ferreira).

O serviço de passageiros entre as duas localidades era público, embora predominasse o transporte gratuito dos empregados da mina; uma composição circulava entre elas de quarenta em quarenta minutos. A estrada também servia um pequeno povoado no meio do percurso chamado Galo, onde a Companhia Morro Velho tinha uma fábrica de arsênico. Três vezes por mês o serviço era interrompido, tropas ocupavam toda a linha e composições especiais circulavam por ela levando lingotes de ouro que eram baldeados para trens da Central do Brasil rumo ao Rio de Janeiro. 

Trem sendo puxado pela pequena locomotiva (Revista o Cruzeiro, 11/10/1958, acervo Manoel Monachesi , cortesia Jorge A. Ferreira).

A concorrência rodoviária fez com que o transporte de passageiros pela E.F. Morro Velho definhasse ao longo das décadas de 1950 e 1960. O serviço passou a ficar cada vez menos atrativo do ponto de vista econômico, até que a Companhia Morro Velho decidiu desativá-lo no último dia de 1964, alegando prejuízos e a irregularidade jurídica da operação da ferrovia, cuja concessão havia vencido e não havia sido renovada. O anúncio da paralisação provocou ameaça de greve por parte dos funcionários da empresa; a Prefeitura de Nova Lima então o assumiu em 1° de Janeiro de 1965. Apesar de toda a resistência, em 1970 a ferrovia foi suprimida, seus trilhos arrancados e substituídos por uma rodovia. Não há notícias sobre preservação de locomotivas ou carros que foram usados nessa linha".

Cena do trem da Morro Velho no seu percurso (Revista o Cruzeiro, 11/10/1958, acervo Manoel Monachesi , cortesia Jorge A. Ferreira).

Ficha técnica:

Nome: E. F. de Morro Velho
Bitola: 0,66 m (1)
Extensão: 9,5 km (4); 8,0 km (1)
Data de início das atividades: 1913 (2); 1914 (3)
Desativação: 1970 (1)
Proprietários identificados: The Morro Velho Railway Co.

(1) segundo Antonio Gorni, em www.efbrazil.eng.br
(2) segundo W. Stiel e Allen Morrison
(3) segundo Demerval Pimenta
(4) segundo Max Vasconcellos, em 1928


Cena do trem da Morro Velho no seu percurso (Revista o Cruzeiro, 11/10/1958, acervo Manoel Monachesi , cortesia Jorge A. Ferreira).

Referências:

Site da internet - http://www.pell.portland.or.us/~efbrazil/electro/efmv.html - acessado em 25/01/2017

Site da internet - http://www.estacoesferroviarias.com.br/ferroviaspart_rj/efmorrovelho.htm - acessado em 25/01/2017

ANON. E.F. Morro Velho. Estradas de Ferro do Brasil - 1945, Suplemento da Revista Ferroviária, 1945, p. 146.

COELHO, E. Explorando os Caminhos do Ouro: a E.F. Morro Velho. Revista Ferroviária, Setembro 1988, p. 60.

FRANCO, J. O Trenzinho de Ouro. O Cruzeiro, 11 de Outubro de 1958, p. 70-74.

MORRISON, A. The Tramways of Brazil - A 130-Year Survey, Bonde Press, New York, 1989, p. 79.

PIMENTA, D.J. Estradas de Ferro Eletrificadas do Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/Rede Mineira de Viação, Janeiro de 1957. 80 p.

STIEL, W.C. História do Transporte Urbano no Brasil. Editora Pini Ltda, Brasília, 1984, pág. 278-280.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Todos os prefeitos de Raposos

Desde sua emancipação política, até a chegada de Sérgio Silveira Soares à prefeitura, nossa cidade já teve 12 prefeitos e 01 prefeita. Alguns deles tiveram mais de um mandato, mas curiosamente nunca houve um caso de reeleição no município. Quem conseguiu chegar ao cargo máximo da cidade por duas vezes teve que sair e concorrer num outro pleito para obter êxito.

Confira o cronologia completa dos prefeitos de Raposos desde 1949 até 2016:

1949 - 1953 - Lindouro Duarte Batista


1954 - 1955 - Benigno Azevedo Leite

1956 - 1959 - Geraldo Gomes de Lima

1960 - 1964 - Benigno Azevedo Leite


1965 - 1967 - José Bento Pinto Junior

1968 - 1970 - José Azevedo Leite

1971 - 1972 - Jarbas Leocádio Magalhães Silva

1973 - 1976 - José Azevedo Leite

1977 - 1982 - Josefino Rodrigues Fróes

1983 - 1988 - Jarbas Leocádio Magalhães Silva

1989 - 1992 - Adair Matias Rocha

1993 - 1996 - Thaís Brina Corrêa Lima

1997 - 2000 - Cléber Solano de Castro

2001 - 2004 - Alair Caetano

2005 - 2008 - Cléber Solano de Castro

2009 - 2010 - João Carlos da Aparecida *

2010 - 2012 - Nélcio Duarte Neves

2013 - 2016 - Carlos Alberto Coelho de Azevedo

Observações: 
- Em negrito todos os que conseguiram mais de uma vez se tornar prefeito de Raposos, mas nunca de forma consecutiva.
- * João Carlos da Aparecida foi afastado do cargo em 2010.

O mandato 2017-2020 em Raposos

1° de janeiro de 2017 foi dia de iniciar novos mandatos de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em todo o país. Aqui em Raposos tivemos renovação no executivo e em boa parte do legislativo. Confira como ficou organizado o quadro político raposense:

- Prefeito:

Sérgio Silveira Soares - Serginho da Bota - 51 anos - Administrador - 3.724 votos

- Vice-prefeita:

Gianetti Aparecida Pereira - 39 anos - Comerciante

- Vereadores:

Rafael Gonçalves Costa - Rafael Gonçalves - 31 anos - Professor - 750 votos

Leonardo Silveira Soares - Léo da Bota - 39 anos - Vereador reeleito - 683 votos

Alexsandre Fernandes Silva - Leleco Caixa - 41 anos - Ocupação não especificada - 564 votos

Jean Aparecido Cristino - Jean da Vila Bela - 32 anos - Ocupação não especificada - 405 votos

Paulo Henrique da Cruz - Paulinho do Salão - 27 anos - Cabeleireiro e barbeiro - 286 votos

Hugo Perez Magalhaes - Hugo Vistoriador - 40 anos - Professor - 271 votos

Agnaldo Lúcio dos Santos - Pastor Agnaldo - 44 anos - Carpinteiro, Marceneiro e Assemelhados - Vereador reeleito - 248 votos

Evandro Augusto Zeferino - Evandro Social - 45 anos - Vereador reeleito - 230 votos

José Geraldo Matias - Zezé Maravilha - 63 anos - Ocupação não especificada - 141 votos

Fonte:

- Site Eleições 2016 - https://www.eleicoes2016.com.br/candidatos-raposos-mg/ - acessado em 14/01/2017

- Site da Prefeitura Municipal de Raposos - http://www.raposos.mg.gov.br/ - acessado em 14/01/2017