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Dica de passeio: Cachoeira Alta - Ipoema/MG

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Fugindo um poucos dos limites de Raposos e região e aproveitando o período de férias escolares, trazemos uma dica de passeio para quem não pode gastar muito com uma viagem ao litoral, mas ainda sim quer ver lindas paisagens e ainda se refrescar deste forte calor. Uma das opções para o raposense pode ser a Cachoeira Alta em Ipoema, distrito de Itabira em Minas Gerais.
Local visto pelo Google Maps
Distante 97 Km de Belo Horizonte, Ipoema recebe turistas com os mais diversos desejos de diversão. Alguns vão para conhecer o Museu do Tropeiro, aproveitar o pacato distrito e outros vão em busca de aventura e diversão. E isto a Cachoeira Alta pode trazer. Da sede do distrito até a cachoeira o percurso é de mais ou menos 11 Km.








A cachoeira tem uma queda de 110 metros e o poço é fundo. Só deve pular na água quem sabe nadar muito bem. Quem não sabe deve apreciar a vista e tirar "altas" fotos para guardar de recordação. O complexo onde fica localizada a cachoeira é um local fechado que …

Documentário feito em Raposos é selecionado para Festival Internacional

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Ronaldo Lobão (um dos entrevistados no documentário) - Reprodução Facebook

O documentário "Tantos e Quantos: os Mineiros da Morro Velho", foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema Ambiental e Direitos Humanos -  ECOCINE 2018. O festival está completando 25 anos nesta edição. Criado no litoral paulista em 1992 na época da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento - ECO 92, o festival contempla filmes que tragam conteúdos de povos e etnias originários nas diversas partes do mundo, enfocando principalmente o Meio Ambiente e os Direitos Humanos.

Entrada da Mina Velha da Morro Velho - Reprodução Facebook

"Tantos e Quantos: os Mineiros da Morro Velho", de Tádzio Coelho aborda os dilemas, as memórias e a luta por indenização e reconhecimento dos mineiros de Morro Velho. Expõe os problemas causados pela mineração de ouro na saúde dos mineiros que trabalharam nas minas de Morro Velho. A silicose foi a principal doença adquirida nas m…

Praça da Estação ganha decoração natalina

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Na última segunda-feira, dia 04/12, foi inaugurada a decoração natalina da Praça da Estação. Moradores que passaram pelo local e os que acompanharam as fotos pelas redes sociais se encantaram com a beleza da iluminação que enfeitam o local e a bela árvore de Natal que abrilhanta mais a Praça.

Esta iniciativa, que leva o nome de Natal Dourado, é da Anglo Gold Ashanti, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta também com a parceria da Prefeitura Municipal de Raposos.

O que mais chamou a atenção de todos foi a bela árvore natalina feita com materiais recicláveis. Produzida pelo Grupo da Terceira Idade de Raposos e com o apoio do o artista plástico Leo Pilor, de Belo Horizonte, a árvore encanta e já se tornou um belo cenário para lindas fotos.
Aos raposenses, que nunca tiveram uma decoração natalina tão bela, resta apreciar bastante e zelar por tão bela arte.

Enchente de 1997

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Praça Getúlio Vargas
O ano de 1997 ficou marcado de forma trágica na história de Raposos. Uma enchente poucas vezes vista assolou a cidade, tornando a vida de muitos raposenses bem complicada.
Várzea do Sítio
A fúria do Rio das Velhas
Pessoas se arriscam na travessia da Praça Getúlio Vargas tomada pela água
Rio das Velhas visto da rua Antônio Carlos no bairro Matadouro O Rio das Velhas ganhou as ruas de forma impressionante sitiando vários famílias e quase que destruindo a ponte principal da cidade. O campo do Ideal foi tomando pela água em quase sua totalidade. A rua Herval Silva (principal da cidade), ficou intransitável.
Bairro Várzea do Sítio
Bairro Matadouro
A estrutura da ponte quase não suportou tamanha quantidade de água
Antigo Terminal Rodoviário
Comércios tiveram que fechar as portas e comprar diversos gêneros alimentícios ficou quase impossível. As famílias tiveram que consumir o que havia em suas despensas (se naquele momento houvesse o que comer).
Campo do União tomado pela água
Po…

7 Irmãos - 1994

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O grupo 7 Irmãos marcou a juventude de muitos das cidades de Raposos, Nova Lima e Rio Acima. Uma banda de pagode que trazia no carisma a sua melhor qualidade. Nem sempre o som e a sintonia entre música e músicos estavam afinados, mas a alegria da turma superava tudo.
No vídeo abaixo, uma apresentação dos 7 Irmãos (os caras são irmãos mesmo), no bairro de Santa Rita em Nova Lima num longínquo 1994.
Acompanhe:



O sucesso dos Festivais de Música e Dança Estudantis de Raposos

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No último fim de semana, Raposos foi palco mais uma vez dos Festivais Estudantis de Música e Dança. O primeiro em sua 4ª edição e o outro já em sua 2ª. No sábado rolou o Festival de Música, com nove apresentações em alto nível. O 1° lugar ficou com a Banda Projeto Sound Maker com Thiago Augusto, Sarah, João, Ricardo e Larissa (11anos) que foi a grande surpresa da noite. O 2° lugar ficou com Gabriel e Everton e Banda e em 3° a Banda Ministério Adoração. Ainda foram premiados:
- Melhor musica própria: “Rosto de puro desejo” de Thiago Augusto - Melhor interprete: Emilly da Ambos os 3 - Revelação: Larissa do Projeto Sound Mayer - Destaque da organização: Emilly e Larissa.
Como destaque da noite podemos citar as apresentações do MC Marcus Leão e MC Cortuá, Ambos os 3 e Gabriel e Everton, que junto do projeto levantaram a galera no Cine Soaral. O nível técnico está subindo a cada ano e o festival só crescendo. Ficou a desejar nesta edição a presença do público, abaixo do esperado.
No do…

Poema sobre o Rio das Velhas

RIO DAS VELHAS (Escrito à noite dentro do subúrbio) Sob as trevas serenas
de uma noite mineira
vão-se as águas turvas
deste meu rio a soluçar...
Posso vê-lo acordado e bravio
da janela onde regresso no trem
entre vultos de árvores negras
e assobios noturnos de trilhos...
Em seu leito jaz a pureza
os resíduos esquecidos de ouro
esperam a vinda do garimpeiro
que anseia fazer a vida com ele.
Meu Rio das Velhas tão procurado
maltratado e sem vida, peregrinas
outrora tuas águas e peixes sadios
hoje, poluído, és ainda encantado.
Vendo-te em correntezas firmes
esqueço-me de ti nos vendavais
nas tempestades quando amedrontas
com “ondas” revoltadas noturnas e matinais.
Mas, que cenário imortaliza esse percurso
quando andas como histórica dos antigos povos,
dos navios que deslizaram
em tuas águas, em tuas glórias.
Vai meu rio, rumo ao mar, ao sal
posto que és uma vida ou mais
deixe-me aqui, nesta terra de sonhos
contemplar as margens que mais amo.
Idê Cecília Santos Rocha
Fonte: GOMES, João Oliveira – Memórias do P…